COLETES À PROVA DE BALAS

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ALÔ PESSOAL!
Surge de novo uma discussão à respeito dos coletes usados pelos jornalistas quando acompanham confrontos armados.
Mas como é feito o colete?
Para uma bala normal são 5 camadas de tecido especial. Para balas de fuzil, 30 ou mais camadas de tecido especial.
E quais são esses tecidos?

KEVLAR OU ARAMIDA- esse é o utilizado na fabricação de coletes no Brasil
Esse material é um tecido sintético feito de um material chamado aramida. Como é um tecido, ele pode ser costurado, e hoje é usado para fazer até ternos à prova de bala. Ele não é à prova d’água, mas é 5 vezes mais resistente que o aço.

SPECTRA FLEX
Feito de fibras de polietileno, material usado na rede das raquetes de tênis. As fibras são sobrepostas e coladas com uma resina. Ele é 10 vezes mais resistente que o aço e isso exige menos camadas sobrepostas, o que permite fabricar coletes mais leves do que com o Kevlar.

GOLD FLEX
Esse é o tipo mais moderno de fibra usada para fazer coletes. Ela é um misto das duas outras formas: fibras de aramida revestidas de polietileno. Essa combinação o faz mais resistente que o Spectra Flex, e com isso dá para fazer coletes ainda mais leves.

CERÂMICA
O material duro usado para fabricação de coletes é uma cerâmica especial chamada de alumina, composta de óxido de alumínio. Coletes com este material resistem até a tiro de fuzil, mas tem a desvantagem de serem muito pesados.

(fonte:http://www.tutomania.com.br)
Como funciona?
Como funciona um colete à prova de bala?
por Tarso Araújo
O princípio é o mesmo dos coletes de aço que defendiam o peito dos guerreiros antigos contra flechas e espadas: proteger o tórax com um material resistente o suficiente para deformar a arma do agressor antes que ela o atravesse. A diferença é que balas de revólveres, pistolas e fuzis são bem mais poderosas que as lâminas de antigamente. A solução foi desenvolver novos materiais que combinassem resistência e leveza – como o kevlar, criado na década de 1960 – para que o colete não ficasse muito pesado. Cada novo modelo passa por vários testes para classificá-lo segundo um padrão internacional, de acordo com níveis que representam proteção contra um tipo de armamento. O curioso é que os coletes de polícia são mais resistentes que os militares, porque o que mais mata em guerras são fragmentos de bombas, menos penetrantes que tiros. O militar, por outro lado, cobre uma parte maior do tronco e o pescoço. Seja qual for o tipo, um colete só pode deformar 4,4 cm depois de alvejado para ser considerado seguro.
COLETE REPROVADO
Uma bala sai do revólver a pelo menos 1 000 km/h. Essa velocidade se transforma numa força de impacto que permite à bala penetrar em nosso corpo. Se não for parada por um colete resistente, ela fura a camada de proteção e atinge a vítima
COLETE APROVADO
Quando a bala encontra um colete resistente, sua força de impacto se dilui numa área grande. O colete se deforma (enverga até 4,4 cm para trás), retendo a bala. A pessoa, salva, sente o impacto como um soco( fonte: Mundo Estranho)

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