ANTIMATÉRIA – MISTÉRIOS NÃO RESOLVIDOS

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ALÔ PESSOAL!!!
Assunto polêmico!
Saiu na Science para delírio dos que procuram novas explicações sobre a antimatéria e sua função no Universo.

“Não importa quanto precisas forem as medidas , matéria e antimatéria continuam teimosamente similares.

Um experimento ultra-sensível comparando prótons com os seus homólogos de antimatéria não encontraram nenhuma diferença nas proporções de sua carga e massa , conforme relatam os pesquisadores na revista Nature.
. O resultado é consistente com o modelo padrão da física de partículas , que prevê que antiprótons são essencialmente prótons com carga negativa – a massa das partículas , rotação e quase todas as outras supartículas devem ser idênticos.
Muitos físicos gostariam de descobrir discrepâncias neste minuto , o que poderia sinalizar a existência de novas partículas e forças e ajudar a revelar por que o universo é feito de matéria em vez de antimatéria.( uma vez que existiam as duas!)”

ANTIMATTER MAKER  The Antimatter Decelerator at CERN, the European particle physics laboratory near Geneva, generated the antiprotons that were measured and compared with protons in a new study.

Antimatéria


É o inverso do que é a matéria. Ela é composta de antipartículas, que possuem a mesma característica das partículas (massa e rotação), mas com carga elétrica contrária. É o caso do pósitron, também conhecido como antielétron, que tem carga positiva. Ou do antipróton, que, diferente do próton, é negativo. O conceito de antimatéria foi proposto pelo físico inglês Paulo Dirac em 1928. Ele revisou a equação de Einstein, considerando que a massa também poderia ser negativa. Sendo assim, a fórmula ficaria: E=+ou-mc2. Com base na teoria, a comunidade científica passou a estudar o tema mais a fundo e descobriu uma potente fonte de energia, com 100% de aproveitamento. Hoje, o grande desafio é conseguir produzi-la em grande quantidade – já que ela não é encontrada na Terra.

Opostos se destroem
Matéria e antimatéria não coexistem. Quando se encontram, geram uma explosão que transforma massa em energia. A ciência acredita que ambas existiam em quantidades iguais quando ocorreu o Big Bang, mas se destruíram. Por alguma razão, sobrou mais matéria – que se moldou e formou planetas, galáxias e estrelas
Ultrapower
A explosão causada pelo encontro da matéria e da antimatéria gera energia em forma de raio gama – que possui 10 mil vezes mais energia que o raio solar e o raio X. Só para ter uma ideia, 1 g de antimatéria seria capaz de abastecer a cidade de São Paulo durante 24 horas ou mover um carro por 10 mil km
Batendo de frente
Cientistas já criaram antimatéria no acelerador de partículas LHC (sigla em inglês para Grande Colisor de Hádrons). Num túnel circular de 27 km de comprimento, entre França e Suíça, átomos são manipulados para atingir a velocidade da luz. Ao se chocar, eles se dividem em partículas e antipartículas. Nesse processo, foi produzido um trilionésimo de grama de antimatéria – que daria para acender uma lâmpada por três segundos
Utilização
A antimatéria já é utilizada em exames médicos. Um exemplo é o PET Scan – Pósitron Emission Tomography -, que utiliza antielétrons para detectar tumores cancerígenos. No futuro, acredita-se que será possível desenvolver motores movidos por antimatéria – uma promissora fonte de energia ilimitada
• A antimatéria criada no LHC durou cerca de 16 centésimos de segundo antes de se aniquilar com a matéria.

http://www.misteriosdouniverso.net

fontes: Science News, mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-e-antimateria


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