RADIAÇÃO E RADIOATIVIDADE

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imagem: ecycle.com.br

HOJE NA RADIOATIVIDADE!

OI  GALERA !!

radioatividade é um termo químico que causa muita desconfiança e pavor em muitas pessoas, isso se deve ao que ela ocasionou em certas situações como por exemplo os diversos ACIDENTES NUCLEARES, sendo o mais conhecido o de CHERNOBYL. Porém, este não é um fenômeno ruim, também pelo fato de suas diversas aplicações em nosso dia a dia que possibilitaram entre outras coisas o avanço de tratamentos como o da RADIOTERAPIA.

Ilustração: Sergey Nivens / Shutterstock.com

Ilustração: Sergey Nivens / Shutterstock.com

Um elemento químico radioativo é aquele que é capaz de emitir radiações fortes a ponto de por exemplo produzir a fluorescência. O fenômeno de emissão ocorre quando o átomo se encontra com excesso de partículas e/ou cargas precisando assim liberar energia na forma de radiação para se estabilizar. A radioatividade pode ser espontânea ou induzida, a primeira é um processo natural e e que ocorre em elementos e seus isótopos ( átomos que term o mesmo número atômico e diferente número de massa) encontrados naturalmente, já o segundo caso se trata de um processo artificial provocado por transformações nucleares, geralmente em reatores..

As partículas emitidas por um elemento radioativo podem ser de três tipos: Alfa (α), Beta (β) e Gama (γ).

  • Partícula alfa: são partículas positivas constituídas por dois prótons e dois nêutrons; não possui um alto poder de penetração. Esta partícula pode ser também chamada de núcleo de hélio (He) por ter a mesma quantidade de prótons e nêutrons deste gás nobre.
  • Partícula beta: são partículas negativas constituídas por um elétron. Quando há excesso de carga negativa é liberada uma partícula beta negativa e quando há excesso de cargas positivas é liberado um pósitron ou partícula beta positiva. Seu poder penetrante é maior que o da alfa e menor que o da gama.
  • Partícula gama: é emitida quando mesmo após a emissão das alfa e beta ainda existam cargas a serem estabilizadas no núcleo atômico, sendo esse excesso liberado em forma de ondas eletromagnéticas. Este tipo de partícula pode atingir as nossas células sendo utilizada para esterilização de equipamentos médicos por exemplo. Sua capacidade de penetração é, portanto, maior do que todas as outras formas de partículas. Esta radiação é de natureza eletromagnética e portanto, não precisa de um meio material para se propagar. Alguns tratamentos para o câncer como a teleterapia utilizam este tipo de radiação e tem como efeito a diminuição da replicação das células malignas.
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    imagem de guia do estudante- Abril.com

fonte:https://www.infoescola.com/quimica/radioatividade

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