LIXO ATÔMICO NO BRASIL

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ALÔ PESSOAL!
Conforme combinado, vamos começar nossa revisão para os vestibulares!
E o assunto ” LIXO ATÔMICO ” está na nossa primeira pauta.
Vejam o vídeo abaixo e começaremos a discutir:

 Os resíduos radioativos são organizados em três classes, segundo o nível
de radioatividade que apresentam: de baixa, média e alta atividades.
São classificados também em função da meia-vida dos elementos
radioativos presentes nos mesmos, como rejeitos de longa e de baixa
duração.

Os resíduos de baixa atividade (“Low Level Waste – LLW”)
compreendem, principalmente, materiais ligeiramente contaminados como
papéis, plásticos, vestimentas e ferramentas. Também são classificados
dessa forma a maior parte dos gases e dos líquidos ativados ou
contaminados produzidos durante a operação de uma Usina Nuclear. Já os resíduos de média atividade (“Intermediate Level Waste – ILW”) compreendem filtros, resinas e outros materiais que sofreram contaminação.

Atualmente, existem tecnologias seguras para o gerenciamento de resíduos
de média e baixa atividades, desde sua coleta até o armazenamento nos depósitos iniciais.
No caso do Brasil, os resíduos sólidos de baixa e média atividades são
acondicionados em embalagens metálicas, testadas e qualificadas pela
Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e transferidos para os
depósitos iniciais, construídos na própria Central Nuclear de Angra dos
Reis (foto à esquerda). Esses depósitos são permanentemente controlados e
fiscalizados por técnicos de proteção radiológica e especialistas em
segurança da Eletronuclear.

Os resíduos de alta atividade (“High Level Waste – HLW”) têm atividade de vida longa e, como geram quantidades consideráveis de calor (calor de decaimento),
necessitam de resfriamento por no mínimo 10 anos. Durante esse período,
esses resíduos são mantidos em instalações de armazenamento inicial
(piscinas de resfriamento de combustível usado como a de Angra 1 na foto
à direita) junto às centrais nucleares que os produziram, obedecendo
normas internacionais de segurança. O Brasil é signatário da Convenção Internacional para Gerenciamento Seguro de Rejeitos Radioativos e Combustível Usado,
sendo periodicamente auditado pela Agência Internacional de Energia
Atômica com base em relatório que bianualmente é encaminhado a essa
organização.

Além dos resíduos produzidos pelas usinas nucleares, há aqueles
produzidos pela área da saúde e a industrial. A CNEN mantém, armazenadas
em seus institutos no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Belo Horizonte,
em Goiânia e em Recife, fontes radioativas em desuso, recebidas de
clínicas médicas, hospitais, indústrias e centros de pesquisa. O
transporte, o tratamento e o armazenamento desses materiais também são
realizados seguindo padrões internacionais de segurança recomendados
pela Agência Internacional de Energia Atômica.

Como a quantidade de resíduos radioativos produzidos no Brasil é pouca
quando comparada à de países que têm uma participação maior da energia
nuclear em suas matrizes energéticas (França, Japão e os Estados Unidos,
por exemplo), os resíduos que estão estocados nos Depósitos Iniciais da
Central Nuclear em Angra e nos da CNEN deverão permanecer onde estão
até que seja construído um depósito de longo prazo ou definitivo, cuja
responsabilidade de implantação é da CNEN.

Segundo a própria Eletronuclear, o esgotamento da capacidade de
armazenamento do Centro de Gerenciamento de Rejeitos da Central Nuclear
dar-se-á em 2020, quando, segundo planejamento da CNEN e da
Eletronuclear, o depósito definitivo de resíduos radioativos já estará
implantado. Para os elementos combustíveis usados, a capacidade das
piscinas existentes é até 2021. Entretanto, está em andamento a
construção de um depósito inicial de combustível irradiado na Central
Nuclear para armazenar os combustíveis irradiados que hoje estão nas
piscinas anexas aos reatores.
fontehttp://conhecerparadebater.blogspot.com.br
Conforme vocês leram, ainda é pouco divulgado como se controla e armazena o lixo atômico.
Mas ainda veremos mais coisas!!!!

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