OPIÁCEOS

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OLÁ PESSOAL!!!!!!

Abaixo há um post sobre a morfina. Então fiquei bem curiosa sobre os opiáceos e resolvi procurar mais informações que passo para voces!
Os opióides incluem tanto drogas opiáceas naturais, quanto as drogas sintéticas relacionadas, como a meperidina e a metadona. Os opiáceos são substâncias derivadas da papoula. A codeína e a morfina são derivadas do ópio, e a partir destas produz-se a heroína.
O uso de opiáceos remonta a séculos atrás. No século XVI, o ópio era utilizado como remédio para os “nervos”, contra tosse e diarréia. No fim de século XIX, a heroína foi utilizada como um remédio para a dependência causada pela morfina, no entanto seu uso mostrou-se inadequado. Apesar de ter reconhecidamente um maior efeito contra a dor e contra a tosse, tem também maior probabilidade de causar dependência.
As drogas sintéticas relacionadas aos opiáceos foram criadas para tratar da dor sem causar dependência. Apesar de sua eficiência como analgésicos, essas drogas também podem causar dependência.

Logo após a injeção de opióides, o usuário experimenta um “rush”, uma “onda de prazer”. Isso ocorre devido à rápida estimulação de centros cerebrais superiores, que pode ser seguido de depressão do sistema nervoso central. A dose necessária para causar esses efeitos pode também causar agitação, náuseas e vômitos. Com o aumento da dose, há a sensação de calor no corpo, boca seca, mãos e pés pesados, e um estado em que o “mundo é esquecido”.
Esses efeitos ocorrem devido à ação de opióides “exógenos” como a morfina, e opióides “endógenos” como as beta-endorfinas . Ao se ligarem a esse receptor, essas substâncias causam analgesia, somente com o uso sistemático é que pode ocorrer a depressão do sistema nervoso central.

Mulheres grávidas dependentes de opióides podem ter dificuldades durante a gravidez e o parto. As ocorrências mais comuns são: anemia, doenças cardíacas, diabetes, pneumonia e hepatite. Há também uma maior incidência de abortos espontâneos e nascimentos prematuros.
Os recém-nascidos de mães dependentes de opióides geralmente são menores e mostram sinais de infecção aguda. Os opióides têm capacidade de ultrapassar a barreira placentária e a barreira hematoencefálica imatura do feto, causando depressão respiratória de maneira mais intensa que no adulto. A maioria dos recém-nascidos apresentam variados graus de sintomas de abstinência. A mortalidade entre estas crianças é maior que a normal.( fonte:http://www.unifesp.br)

Muitas vezes falamos em drogas que podem auxiliar e da mesma maneira, acabar com a vida do usuário.

Estar alerta é o principio fundamental de quem necessita de auxílio medicamentoso.

As dosagens devem ser criteriosamente seguidas para que o efeito seja somente o esperado: alívio de um sintoma que está comprometendo o andamento da vida.Qualquer coisa fora disso é um grande risco.

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