ROUPA FEITA DE PET?

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TAPETES COM FIOS DE PET

LEIA, ALÉM DE IMPORTANTE É INTERESSANTE!

Dificilmente alguém deixa de conviver com sacolas plásticas, sobretudo porque elas são, na grande maioria dos supermercados, o instrumento usado para embalar as compras. As vantagens do plástico comum – durabilidade, resistência à umidade e aos produtos químicos – são as mesmas que lhe conferem um aspecto negativo grave: impedem sua decomposição. Sendo um material que existe há apenas um século, a Ciência ainda não determinou precisamente quanto tempo demora esse processo, mas sabe-se que é superior a 100 anos. É enorme o potencial de danos ao meio ambiente exercido, portanto, pelas pessoas que jogam plásticos nas praias, matas, rios e mares.No contraponto dessa poluição inconseqüente, apenas no ano passado, cerca de 1.200 toneladas de embalagens plásticas com conceito de rápida degradação foram produzidas no Brasil, a partir de materiais e tecnologias desenvolvidos por uma empresa paulistana. Ela fornece aditivos às indústrias de plásticos que, integrados ao processo de fabricação, tornam o produto final naturalmente degradável. Esse benefício agrega-se a todos os outros do plástico tradicional, inclusive a possibilidade de reutilização e reciclagem.Os plásticos comuns dividem-se basicamente em dois grupos: os de polietileno, usados nas sacolas de supermercado, e os de polipropileno, mais duros – das capas de CDs, por exemplo. Em ambos os casos, eles são compostos de carbono e hidrogênio. ( olha o carbono aí de novo!)

.A roupa feita de garrafas PET

Se a sacola plástica demora até cem anos para se decompor, as garrafas do tipo PET podem chegar a quatro séculos contaminando a natureza. Porém, pouca gente sabe que é possível fazer tecidos usando garrafas PET. Uma grande empresa têxtil com sede em São Paulo tem uma linha voltada para roupas profissionais. Nela, utiliza tecidos de composição mista, na qual inclui-se a fibra reciclada, comprada já pronta.

Apesar de seu caráter surpreendente, a roupa em cujo tecido há garrafas PET nada perde em termos de conforto, caimento, beleza e durabilidade. E traz o bônus extra de ajudar na preservação dos recursos naturais. A fábrica recicla 18 mil toneladas de garrafas PET por ano, montante que é totalmente reaproveitado em forma de fibra. O processo ocorre sem perdas porque o poliéster preserva integralmente as propriedades dos flocos em que são transformadas as garrafas, depois de separadas por cores, lavadas e moídas.

Fontes:

http://megapolomoda.com.br/go.php?http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=19126

Confecção do fio em três tempos

A reciclagem de garrafas PET e a sua transformação em tecido têm três fases. A primeira é quando as garrafas e outras embalagens usadas são recolhidas pelos catadores, lavadas e separadas por cores. Nesta fase, são retirados a tampa e o rótulo e a embalagem passa por um processo de secagem. Então o PET é moído, reduzido a pedaços pequenos.
Na segunda fase, é feita a fusão a uma temperatura de 300 graus, a filtragem e a retirada de impurezas. Na fábrica onde é feita a fibra, repete-se o processo de fusão a 300 graus e o material é passado por equipamentos que o separam em filamentos. O resultado é uma fibra cerca de 20% mais fina que o algodão.
A terceira e última fase é a da estiragem, quando a fibra é transformada em fio. As fibras feitas a partir da garrafa PET reciclada podem ser usadas sozinhas ou associadas a outro tecido, como a seda ou o algodão.

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